Descrição e documentação das características a serem analisadas nos controladores.
Linguagem utilizada para o desenvolvimento.
Licença em que o código foi liberado. A preferência é por licenças livres, facilitando assim o estudo e desenvolvimento de aplicações ou até mesmo de correções de problemas.
Quais linguagens são suportadas na implementação de aplicações e componentes.
Quanto e que tipo de modularidade o controlador oferece.
Onde encontrar o código.
Existência de testes de unidades no codigo (scripts ou códigos), geralmente em uma pasta em separado, que validam e testam o código desenvolvido.
Disponibilidade e facilidade de instação nas distribuição GNU/Linux relevantes atuais.
Nível de documentação do controlador, incluindo tutoriais e exemplos (tanto de estruturas quanto de aplicações).
Como o ambiente estruturado se baseia no OpenStack, é interessante saber qual é o tipo de suporte oferecido a essa ferramenta.
Público do controlador
Empresas, consórcio, comunidade, universidade, ...
Uma das formas de se ter noção de quanto o desenvolvimento ainda está ativo é procurar pela data da última atualização de código no repositório.
Características que não se adequam a nenhuma das anteriores.